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Como utilizar as mídias sociais para transformar potenciais franqueados em fãs

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Por  Rafael Marinho  |  Diretor de Marketing na MDS Franchising Publicado em 30 de abril de 2013 | Atualizado em 02 de setembro de 2019

mídias sociaisHoje em dia não é novidade para mais ninguém que, para se criar uma forte identificação dos consumidores com a marca é preciso estar onde eles mais estão, nas redes sociais.

Esta importância tem se tornado tamanha que a revista Exame PME, trouxe em sua última edição (Abril 2013 – Edição 60) uma reportagem de capa sobre o tema, intitulada “Eu sou fã da sua marca”. Nela a revista traz um estudo, realizado pela consultoria Dito, que destaca a presença de redes de franquias no Facebook. Foi verificado no estudo que das mais de 1.000 redes de franquia associadas a ABF, 639 delas possuem páginas ativas no Facebook.

Para quem ainda não teve a oportunidade de ler, a reportagem traz basicamente um levantamento que dá origem a quatro rankings: marcas com o maior número de fãs, marcas com mais comentários, marcas com mais compartilhamentos e marcas que obtiveram o maior número de curtidas em suas postagens.

É destacado o trabalho de cinco redes que têm chamando a atenção pela forte presença que vem conquistando, trazendo também relatos de seus empreendedores de como o trabalho é realizado. Em todas elas, é senso comum divulgar apenas informações relevantes, utilizando o Facebook como um canal de prestação de serviços para seus consumidores.

Mas, e em se tratando do relacionamento com potenciais candidatos à aquisição de sua franquia? Como fica esta questão? Se sua empresa ainda não é grande o suficiente para esperar que as pessoas se apresentem espontaneamente candidatando a uma franquia é bom ficar atento.

Como as mídias sociais ajudam na captação de franqueados

Com as mídias sociais, é possível buscar novos franqueados de uma maneira mais ativa, eficiente e o mais importante, econômica. Antes de mais nada é preciso analisar se o seu público consumidor de seus produtos e/ou serviços é o mesmo público “consumidor” do seu negócio como franquia.

Na grande maioria dos casos, posso afirmar que não. Para estes casos, vale a pena se pensar em criar um nova Fan Page, exclusiva para o relacionamento com os candidatos à sua franquia.

Afinal, estas pessoas já conhecem a qualidade de seus produtos e/ou serviços, provavelmente já são fãs como consumidores e, neste momento, estão muito mais interessadas em obter informações da sua franquia do que de seus produtos e/ou serviços.

Nela é recomendado que seja feita uma abordagem com um caráter mais impessoal, que transmita ao potencial franqueado seriedade e segurança.

Mídias sociais para franquias e a importância do trabalho de base

Antes de iniciar um trabalho de mídia social para captação de franqueados é importante estar atento também ao trabalho de base, ou seja, ao caminho que este potencial franqueado irá fazer até chegar a se relacionar com sua empresa nas mídias sociais.

Em se tratando dos meios digitais, este caminho geralmente é trilhado passando-se pela Atração, que é a forma com que sua empresa irá captar os contatos de interessados, a Retenção, que é a forma com que sua empresa irá manter os contatos ativos; desta forma chegamos então ao Relacionamento, que é, sem dúvida, uma importantíssima etapa deste funil de vendas de franquias.

Não podemos nos esquecer também da última e mais importante etapa, a Conversão, na qual é iniciado o processo de negociação para a venda da franquia e onde todo o processo de Relacionamento, feito principalmente através das mídias sociais, é colocado à prova.

O que achou do artigo? Tem algum case de relacionamento com potenciais candidatos através das mídias sociais? Conte pra gente nos comentários! Este espaço é nosso e será um prazer saber a sua opinião.

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Rafael Marinho

Diretor de Marketing na MDS Franchising

Especialista em Marketing e Transformação Digital para o Franchising e Varejo. Estudou Inovação e Empreendedorismo na Stanford University em Palo Alto Califórnia. Nos últimos tempos vem se especializando em Growth Retail, termo por ele cunhado que alia técnicas de Growth Hacking com CX (experiência do cliente) e ISO (in-store optimization) para aumentar o ROX (retorno sobre a experiência do cliente) e, consequentemente, as conversões e lucros no varejo omnichannel.

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